segunda-feira, 5 de junho de 2017

Rochas e Minerais

                                                          Rochas e Minerais

Rocha-é uma associação natural de um ou mais minerais.

Minerais- é uma associação natural de elementos químicos, dispostos numa rede cristalina bem definida.

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Rochas sedimentares-pressão e temperaturas baixas.
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Rochas metamórficas- pressão e temperaturas médias

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Rochas magmáticas:

Plutónicas- pressão e temperaturas elevadas.
Vulcânicas- pressão baixa e temperaturas elevadas.

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       Rocha Plutónica                      Rocha Vulcânicas

As rochas magmáticas são caracterizadas pelos minerais principais e acessórios. Os minerais essenciais caracterizam a rocha e os acessórios podem ou não, estar presentes na rocha.
ex:
Minerais principais

























quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vulcanismo Secundário



O Vulcanismo secundário é um tipo de vulcanismo que não é formado por erupções vulcânicas, mas encontra-se relacionado com a energia térmica emitida por corpos magmáticos quentes existentes a pequenas profundidades. 
Não é tão violento nem destrutivo como o vulcanismo principal é capaz de ser.
As manifestações do vulcanismo secundário consistem nas nascentes termais, fumarolas , mofetas e sulfataras e nos gêiseres. São geralmente encontrados em regiões de atividade vulcânica recente.
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terça-feira, 9 de maio de 2017

Síntese do Vulcanismo


Havaiano:

Tipo de erupções- efusivas (calma)
Tipo de lava- lava fluida, encordoada ou pahoehoe
Tipo de piroclastos- bombas vulcânicas e lapilli
Cones- baixo e largo
Escoadas de lava- longas
Gás e temperatura- pouco gás e temperatura elevada
Esquema:
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Vulcaniano:

Tipo de erupções- explosiva
Tipo de lava- lava viscosa ou escoriácea 
Tipo de piroclastos- lapilli, cinzas e areias
Cones- altos e estreitos
Escoadas de lava- curtas
Gás e temperatura- muito gás e temperatura mais baixa
Esquema:
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Peleano:

Tipo de erupções- catastrófica 
Tipo de lava- lava muito viscosa
Tipo de piroclastos- cinzas, nuvem ardente
Cones- normalmente é destruído
Escoadas de lava- não forma, a lava fica acumulada na cratera 
Gás e temperatura- muito mais gás que os anteriores. Temperatura é mais baixa
Esquema: não tem forma


Estromboliano:

Tipo de erupções- mista
Tipo de lava- lava fluída encordoada ou Pahoehoe. Lava viscosa ou Escoriácea Aa
Tipo de piroclastos- bombas vulcânicas e lapilli. lapilli e areias
Cones- misto não é tão baixo como o havaiano, nem tão alto como o vulcaniano é intermédio
Escoadas de lava- fluida, viscosa
Gás e temperatura- pouco gás e temperatura elevada.  Muito gás e temperatura mais baixa
Esquema:

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Materiais Vulcânicos Liquidos


Lava Fluida- É uma lava com pouco gás, muito líquida e com temperaturas muito elevada, ao sair da cratera escoa com muita facilidade formando longas escoadas de lava. Origina cones baixos e largos, os piroclastos são grandes (bombas e Lapilli).


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Lava Viscosa- É uma lava com muito gás, menos líquida que a anterior e com temperaturas menos elevadas, ao sair da cratera escoa com dificuldade formando curtas escoadas de lava. Origina cones altos e estreitos, os piroclastos são pequenos (cinzas, areias e Lapilli).


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Lava Muito Viscosa- É uma lava com muito gás, quase sólida e com temperaturas menos elevadas que a anterior, ao sair da cratera não escoa, acumula-se formando uma espécie de rolha, originando a agulha vulcânica. O gás como não pode sair acumula-se na chaminé e ao sair pode explodir a agulha vulcânica dando origem à nuvem ardente. Os piroclastos se forem emitidos são as cinzas vulcânicas.

Agulha Vulcânica- Edifício formado a partir da acumulação da lava muito viscosa. Devido ao tipo de lava a agulha é frágil e se a nuvem não a destruir os agentes erosivos rapidamente o fazem.
 

Nuvem Ardente- Característica de erupções muito violentas, são emissões de gás e de partículas de lava a altas temperaturas e projectadas a grandes velocidades que arrefecem quando saem. Diferem das cinzas vulcânicas estas são sólidas e formadas por partículas de lava minúsculas.
 

Quanto mais gás contiver a lava menores são os fragmentos.

Materiais Vulcânicos sólidos


Piroclastos-Significa fragmentos de fogo, classificam relativamente ao seu tamanho em cinzas, areias, lapilli e bombas vulcânicas. Formam-se a partir da fragmentação da lava quando sai na cratera, estes fragmentos quando embatem no cone já estão no estado sólido. Quanto mais gás contiver a lava menores são os fragmentos.


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Obsidiana- Vidro vulcânico formado a partir do arrefecimento brusco da lava.


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Brecha Vulcânica- rocha formada a partir de fragmentos arrancados à chaminé vulcânica pela ascensão da lava. Constitui um óptimo método directo.

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Pedra-Pomes- É uma rocha muito porosa, tornando-se muito leve por consequência, resulta do arrefecimento da lava com muito gás. À superfície da lava forma-se uma espécie de espuma (gás contido), e a rocha solidifica, o gás vais saindo quando a rocha está a arrefecer, “esburacando-a”. É a única rocha que bóia.







Materiais Vulcânicos


Gasosos- os vulcões emitem muitos tipos de gases mas os mais abundantes são: vapor de água; vapores com enxofre e dióxido de carbono.
Líquidos- lava fluida (pahoehoe ou encordoada), viscosa (AA ou escoriácea), e muito viscosa.
Sólidos
-  piroclastos, obsidiana, brecha vulcânica, pedra pomes.

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Vulcanismo

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Lava- mistura silicatada a altas temperaturas, mas menores que o magma, com muito gás; mas menor que o magma e está no estado líquido.


Cone Vulcânico- relevo formado pelas várias erupções vulcânicas, resultante da acumulação dos produtos vulcânicos.

Câmara Magmática- bolsa de armazenamento de magma.

Chaminé vulcânica- estrutura cilíndrica por onde é transportado o magma desde a câmara magmática até à cratera.

Escoadas de lava- São “camadas” de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.

Cone vulcânico secundário- relevo cónico do aparelho secundário.
Chaminé secundária- estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal à cratera secundária.
Cratera secundária- estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundário.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Trabalho de Ciências

https://docs.google.com/presentation/d/1IzyLV_UYgodYUn9nldf96_t6TERtrBPdhE4-RZES28s/edit#slide=id.g2217fa8b3c_0_100

segunda-feira, 20 de março de 2017

A minha Reflexão do 2º Periodo

                                                   A minha Reflexão do 2º Periodo



  • Podia ter organizado melhor o meu portefólio, mas dei o meu melhor e sempre que pude tentei melhorá-lo desde o 1º período.
  •  Acho que devia ter posto curiosidades e vídeos.
  • Gostei de pôr no meu portefólio a matéria que dei e o que eu achei mais importante e  interessante.
 

terça-feira, 7 de março de 2017

Correção do teste

                                                         Correção do teste


  1. 1   Vulcão                  3   Dorsal-médio-oceânica     5   Rifte
         2   Planicie Abissal     4   Fossa-oceânica

  1.1 Faz parte da crosta continental, é onde vive a maioria das especies marinhas. Zona pouco inclinada, com  2 km  de extensão e 200 m de profundidade.

  1.2 Vale entre as dorsais. Zona responsável pela formaçam da nova crosta oceânica.

  2 A Teoria da Tectónica das Placas diz que a litosfera está dividida em placas tectónicas e que estas movimentam-se na astenosfera.

  3  O paleomagnetismo é a prova de que no rifte as placas tectónicas se afastam e na fossa são destruídas. A prova é que em ambos dos lados do rifte as mais próximas tem a mesma polaridade, mas mais longe tem polaridade diferente.



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   4  D
   5
       A- V
       B- V
       C- F
       D- F
       E- V

   6.1  B
   6.2  D
   6.3  A

   7.1 Na placa Euro-asiática.
   7.2
A-3
B-5
C-1
D-4
E-2


A- F
B- V
C- F
D- F
E- V

9.1 Força distensiva
9.2 Falha normal

10 Uma falha é uma fratura na rocha em movimento.

11C

12.1 Dobra Anticlinal



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Escalas dos Sismos

                                                             Escalas dos Sismos

Escala de Mercalli
     I-XIII

Isossitas- linhas que unem pontos de igual intensidade sísmica.

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Epicentro-   é o local onde é sentido o sismo com maior intensidade.




Escala de Richter-  mede magnitude , vai de 0 a 9.

Magnitude-  é a quantidade de energia que é libertado por um sismo. É uma escala cientifica. A cada grau corresponde uma quantidade de 30x mais do que o grau anterior.

A magnitude é medida pelo sismograma.














terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O que fazer antes, durante e após o sismo

                                        O que fazer antes, durante e após o sismo

Antes de um Sismo:


  • Ter em casa um extintor de incêndios;
  • Um kit de primeiros socorros e saber utiliza-lo;
  • Aprender a desligar o gás, a água e a electricidade em casa;
  • Marcar um ponto de encontro para se encontrar com a sua família longe de prédios, árvores e sítios em que pode cair alguma coisa perigosa.
  • Não deixar objectos pesados, afiados ou cortantes em cima ou na beira da mobília (pois podem cair durante o sismo). 
  • Prender às paredes, móveis pesados​​, armários e electrodomésticos, para suportar a parede para esta não cair;
  • Falar sobre este assunto com os professores e informar os familiares sobre o que o professor disse.

Durante um sismo:
  • Não entrar em panico.
  • Se estiver dentro de casa, fique junto de uma porta, ou rasteije para debaixo de móveis pesados. Ficar longe de janelas e portas exteriores;
  • Se estiver ao ar livre, afastar-se de linhas de energia ou qualquer coisa que possa cair. 
  • Mantenha-se afastado de edifícios, uma vez que o prédio ou parte deste pode cair em cima de si;
  • Se precisar de luz utilize uma lanterna a pilhas e nunca utilize objetos que façam chamas.
  • Se estiver dentro de um carro, pare o carro e fique dentro dele até o sismo acabar.
  • Não utilize os elevadores, vá pelas escadas.

    Após o sismo:

  • Verificar se está com lesões ou as pessoas ao seu lado. Utilize os primeiros socorros para quem precisa deles;
    • Fechar a água, o gás e eletricidade.
    • Verificar o cheiro de gás. Se sentir o cheiro a gás, abra todas as porta e janelas, saía logo de seguida, e relatá-lo às autoridades.
    • Ligar o rádio, para manter-se informado sobre o sismo e as instruções que o governo nos dirige. 
    • Evite utilizar o telefone, a não ser em caso de emergência.
    • Tenha cuidado com os vidros partidos. Usar botas ou sapatos resistentes para evitar cortes nos pés;
    • Ter cuidado com chaminés, uma vez que elas podem cair sobre si.
    • Ficar longe das praias, dado que é comum o aparecerem repentinamente tsunamis após o sismo.
    • Ficar longe de áreas danificadas.
    • Se estiver na escola ou no trabalho, siga o plano de emergência ou as instruções da pessoa responsável.
    • Conte com a existência de tremores secundários, normalmente designados por réplicas.



    Bibliografia:


    http://www.familiaverso.net/o-que-fazer-antes-durante-e-depois-de-um-sismo/
    http://www.aterratreme.pt/os-7-passos/




















    sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

    Sismos

                                                                          Sismos


    Sismos-  é um abalo curto e brusco  na litosfera.
    Corresponde á libertação de energia sob a forma de ondas sísmicas.




    Resultado de imagem para hipocentro epicentro do sismo


    Hipocentro ou foco sísmico- é a origem do sismo.

    Epicentro- é o local á superfície onde o sismo é sentido com mais intensidade.

    Sismologia-  é o nome da geologia que estuda os sismos.

    Sismólogo- é o cientista que estuda os sismos.

    Sismógrafo- máquina que regista os sismos.

    Sismograma- registo do sismo (no papel, é isto que o cientista analisa).

    Nos sismos, normalmente, há 3 tipos de ondas sísmicas:


    • A onda P- anda 8  km/s direito e anda em todo o tipo de materiais.
    • A onda S anda 4 km/s e não anda nos materiais líquidos
    • A onda L, Lowe é a onda da destruição Só se move na superfície.

    Premonitória- corresponde á chegada das primeiras ondas P. Só as máquinas e os animais é que sentem.

    Sismo- Corresponde á formação da onda L, que é a junção da onda P e S á superfície.

    Réplicas-  Corresponde á chegada das ultimas ondas S e do reajuste da Terra. Pode durar muito tempo. É normalmente a fase mais destrutiva.

    Magnitude-  é a quantidade de energia libertada durante um sismo.

    Intensidade Sísmica-é o grau de destruição. É depois do sismo.

    Os sismos podem originar:


    • Terramoto (na crosta continental)
    • Maremoto (na croata oceânica), pode originar um  tsunami, que é uma onda gerada pelo Maremoto
    • Ondas sísmicas:


    1. Premonitória-P
    2. Sismos-P+S=L
    3. Replicas- S e ajuste de Terra
    • Libertação de energia-P e S=L
























    segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

    Dobras e Falhas

                                                           Dobras e Falhas

    Falha- é uma fratura na rocha em movimento.



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    Dobras-  falhas compressivas, lentas e formadas a temperaturas elevadas

    Teoria da Tectónica de Placas

                                                    Teoria da Tectónica de Placas


    Limites das Placas:

    Divergentes- zona do rifte (zona de construção da crosta);

    Convergentes- zona de subducção-fossa oceânica-(zona de destruição da crosta);

    Conservativos-  não há nem construção nem destruição da crosta.






    Resultado de imagem para tipo de limites das placas tectonicas




    Limites divergentes ou construtivos-   ocorrem  quando duas placas se afastam uma da outra.

    Limites convergentes ou destrutivos- ocorrem quando duas placas se movem uma em direção à outra, formando uma zona de subducção ou uma cadeia montanhosa.

    Limites transformantes- ocorrem quando deslizam uma na outra, ao longo de falhas transformantes.
    O movimento relativo das duas podem ser direito ou esquerdo.








    Porque é que as placas se movimentam?

                                            Porque é que as placas se movimentam?


    O mecanismo responsável pelo movimento das placas são as correntes de convecção do magma. Os materiais da atmosfera encontram-se num  estado intermédio entre o liquido e o solido e como se encontram a altas temperaturas geram-se movimentos nos materiais.



    Resultado de imagem para correntes de convecção

    domingo, 12 de fevereiro de 2017

    Teoria da Tectónica de Placas

                                                 Teoria da Tectónica de Placas


    Esta teoria explica a deriva continental, tendo originado um novo modelo da estrutura da Terra e explica a dinâmica  da Terra relacionando-a com os fenômenos de vulcanismo e sismos.

    A Terra está dividida em vários fragmentos litosféricos, chamados de placas tectónicas que se deslocam sobre a astenosfera, interagindo ao longo o tempo entre si em um processo geodinamico que origina as dobras, falhas, sismos, magnetismo e outros geológicos associados a esses movimentos das placas.

    As 8 placas principais são:

    Placa Africana
    Placa Euroasiática
    Placa da Antartida
    Placa Auatraliana
    Placa do Pacifico
    Placa Nazca
    Placa- Norte-Americana
    Placa-Sul-Americana

    terça-feira, 24 de janeiro de 2017

    Morfologia



                                             
                                                 MORFOLOGIA
                                                  forma     estudo



    Plataforma Continental-  zona pouco inclinada com cerca de 2 km de extensão e 200 m de profundidade.
    Faz parte da crosta continental e é onde vivem a maioria das espécies marinhas.

    Talude Continental- zona muito abrupta, limite da crosta continental, vai dos 180m em média aos        4 km de profundidade.

    Planície abissal- zona plana que constitui cerca de 2/3 da crosta oceânica.


    Dorsal médio-oceânica- grandes cadeias montanhosas localizadas sensivelmente a meio da crosta oceânica. Formadas a partir do rifte, por acumulação de lava. O único local á superficie onde aflora á Dorsal é na Islândia.


    Rifte- vale localizado entre as dorsais, corresponde ao vulcanismo do tipo  fissural e é a zona responsável pela formação de nova costa oceânica.

    Fossa Oceânica-  localiza-se nos limites das placas litosféricas oceânica e continental (talude continental/planície abissal). Zona responsável pela destruição da crosta oceânica.

    Magma-  mistura silicatada, provida de mobilidade, com temperaturas muito elevadas e com muito gás. Está no estado "pastoso"(nem liquido, nem sólido). Em movimento origina as correntes de convecção.

    O Mecanismo que leva ao movimento dos continentes são as correntes de convecção do magma.













    segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

    Argumentos das teorias de Alfred Wegener

                                                         Argumentos das teorias de Alfred Wegener




    Argumentos Morfológicos- Os contornos do continente africano e o sul americano encaixam na perfeição.


    Argumentos Geológicos- As rochas no local de encaixe destes 2 continentes, têm a mesma idade  e são a mesma rocha.


    Argumentos Paleontológicos- Fósseis iguais de plantas ( feto Glossópteris ) e de animais                   (Cynognathus, Lystrosaurus e Mesosaurus) encontravam-se em todos os continentes.


    Argumentos Paleoclimáticos- Depósitos  glaciares podem ser encontrados em regiões com climas tropicais e subtropicais

    Teoria Deriva Continental- Alfred Wegener

                                                  Teoria da Deriva Continental- Alfred Wegener


    Há muitos milhões de anos atrás os continentes já estiveram juntos formando um super continente, chamado Pangea , rodeado por um super oceano, chamado Plantalassa.



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