Correção do Teste de Ciências:
8.1
icnofóssil: pegadas
14.
A- V
B- F, o Manto inicia-se a 30 km depois da Crosta e estendendo-se até cerca de 2900 km de profundidade.
C- F, a Atenosfera estende-se desde o fim da Litosfera até uma profundidade que ainda não está perfeitamente definida.
D-F, a Mesosfera situa-se no Manto Inferior
E-F, o Núcleo é formado essencialmente por Ferro e Níquel e é constituído por materiais muito densos.
17. Marca a profundidade da Terra de 33 em 33 km ou seja, em 33 km a 33 km corresponde a 1 Grau Geotérmico.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Profundidades do Modelo Atual
Profundidades:
Litosfera- dos 0 aos 100 km
Astenosfera- dos 100 aos 350 km e para outros dos 150 aos 300-350 km
Mesosfera- da Astenosfera até ao fim do Manto Inferior: 350 aos 2900 km
Endosfera- dos 2900 aos 6371 km
Litosfera- dos 0 aos 100 km
Astenosfera- dos 100 aos 350 km e para outros dos 150 aos 300-350 km
Mesosfera- da Astenosfera até ao fim do Manto Inferior: 350 aos 2900 km
Endosfera- dos 2900 aos 6371 km
Caraterísticas do Novo Modelo da Terra (continuação)
Carateristicas do Novo Modelo
Profundidades das camadas:
Crosta oceânica- O aos 12 km
Crosta Continental- 0 aos 70 km
Manto Superior- 30 aos 700 km
Manto Inferior- 700 aos 2900 km
Núcleo Externo- 2900 aos 5150 km
Núcleo Interno- 5150 aos 6371 km
Estado Físico dos Materiais:
Crosta oceânica- solida
Crosta Continental- solida
Manto Superior- "pastoso" (entre o solido e liquido)
Manto Inferior- solido
Núcleo Externo- liquido
Núcleo Interno- solido
Crosta oceânica- O aos 12 km
Crosta Continental- 0 aos 70 km
Manto Superior- 30 aos 700 km
Manto Inferior- 700 aos 2900 km
Núcleo Externo- 2900 aos 5150 km
Núcleo Interno- 5150 aos 6371 km
Estado Físico dos Materiais:
Crosta oceânica- solida
Crosta Continental- solida
Manto Superior- "pastoso" (entre o solido e liquido)
Manto Inferior- solido
Núcleo Externo- liquido
Núcleo Interno- solido
sábado, 26 de novembro de 2016
Carateristicas das Camadas
Profundidade das Camadas
Crosta: 0 aos 30 km
Manto: 30 aos 2900 km
Núcleo: 2900 aos 6371
Temperatura das Camadas
Crosta: 22 - 900 ºC
Manto: 900 - 4000 ºC
Núcleo: 4000 - 5000 ºC
Constituição das Camadas
Crosta: é rochosa e é essencialmente constituída por materiais alumínio-silicatados.
Manto: é formado á base de materiais silicatados.
Núcleo: formado por materiais muito densos, essencialmente Níquel e Ferro.
Crosta: 0 aos 30 km
Manto: 30 aos 2900 km
Núcleo: 2900 aos 6371
Temperatura das Camadas
Crosta: 22 - 900 ºC
Manto: 900 - 4000 ºC
Núcleo: 4000 - 5000 ºC
Constituição das Camadas
Crosta: é rochosa e é essencialmente constituída por materiais alumínio-silicatados.
Manto: é formado á base de materiais silicatados.
Núcleo: formado por materiais muito densos, essencialmente Níquel e Ferro.
Antigo Modelo

Antigo Modelo
O Antigo Modelo da estrutura da Terra divide-a em 3 camadas concêntricas (com o mesmo centro):
Crosta Manto e Núcleo.
Principio das Causas Atuais
Principio das Causas Atuais
A partir dos seres vivos atuais podem-se extrapolar as suas características para os organismos fósseis similares, como por exemplo, o modo de vida, o tipo de de alimentação, o tipo de locomoção, a reprodução, ect.
As interações dos seres vivos atuais, entre si e no meio ambiente são a chave para a interpretação dos requezitos ecológicos e das relações dos seres vivos no passado. Assim parte-se do principio que as exigências ambientais de organismos fósseis foram as mesmas que as dos organismos atuais que lhes são simibres, podendo-se desta forma extrapolar a Paleontologia da altura em que viveram esses organismos fósseis.
Principio da Continuidade
Principio da Continuidade
Ao encontrarmos em zonas distantes ou em zonas adjacentes as mesmas camadas litológicas com o mesmo conteúdo fossilífero, pode-se dizer que as camadas têm a mesma idade, aplicando-se o Principio da Continuidade estratigráfica.
Principio de Sobreposição
Principio de Sobreposição
Diz que a camada que está por baixo é mais antiga que a camada que está por cima, desde que não tenha havido nenhuma deformação terrestre (dobras e falhas).
Diz que a camada que está por baixo é mais antiga que a camada que está por cima, desde que não tenha havido nenhuma deformação terrestre (dobras e falhas).
Fósseis importantes para a Ciência
Fósseis Importantes para a Ciência
Fósseis de Idade- possuem como caraterísticas a ampla distribuição geográfica e a pequena longevidade, isto é, são constituídos por formas que tiveram período de grande expansão geográfica mas experimentaram evolução biológica rápida, de modo que apenas se encontram em pequena espessura de sedimentos e faltam totalmente nos que se lhes sobrepõem e nos que lhes estão subjacentes.
Fósseis de Fácies- estes são os que fornecem indicações, quer quanto ao meio em que viveram as formas vivas de que derivaram, quer quanto às condições de formação dos terrenos que os contêm.
Exemplo de um fóssil de idade e de fácies: Trilobite

Processos de fossilização
Processos de Fossilização
Mineralização - Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos e troncos . É assim que se forma a madeira petrificada.
Carbonização ou Incarbonização- Ocorre quando á perda de substâncias volatéis restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
Incrustação- Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta, revestindo- o, como por exemplo acontece em animais que morreram no interior de cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.
Moldagem- Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. ( Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contramolde ).
Marca ou impressão- Ocorre a conservação de vestígios dos seres vivos, como pegadas, marcas de folhas etc.
Mumificação- Ocorre quando o ser vivo fica aprisionado em âmbar ou em gelo.É o mais raro de todos os processos de fossilização, mas devido ao âmbar ( resina ) e ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando- nos informações precisas á cerca do ser vivo. O ser vivo neste tipo de fossilização fica conservado ( conservação ), apresenta apenas alterações mínimas na sua composição.
Recristalização- Ocorre quando se dá um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.
Processo geral de fossilização
Processo geral de fossilização
1º- O ser vivo é feliz.
2º- Morre e é enterrado de imediato. É posto ao abrigo do ar e dos agentes decompositores.
3º- Gradualmente ao longo dos milhões de anos o material do ser vivo é substituído pela rocha.
4º- Passado milhões de anos aparece á superfície, por erosão, por dobras e falhas.
5º- Volta á superfície e é descoberto.
1º- O ser vivo é feliz.
2º- Morre e é enterrado de imediato. É posto ao abrigo do ar e dos agentes decompositores.
3º- Gradualmente ao longo dos milhões de anos o material do ser vivo é substituído pela rocha.
4º- Passado milhões de anos aparece á superfície, por erosão, por dobras e falhas.
5º- Volta á superfície e é descoberto.

Condições para ocorrer fossilização
Condições para ocorrer fossilização
A somatofósseis e icnofósseisformam-se na sequência de diversos processos de fossilização.
Ao conjunto desses processos biológicos e físico-químicos até chegar ao fóssil dá-se o nome de fossilização.
Este processo lento e complexo têm de ter algumas condições, tanto do meio como do ser vivo envolvido.
Meio- física-químicas
Ser vivo- biológica
Condições Biológicas:
As partes moles de um determinado organismo, do ser vivo, raramente se conservam, permanecendo as partes duras. Pode-se concluir que a fossilização se torna mais fácil quanto mais rico em substâncias minerais tiver o organismo.
Condições Física-Químicas:
Quanto ás condições do meio, após a morte do organismo, é necessário, que sobre ele se forme, rapidamente um depósito (terra e/ou areia) que, abrigando-o do ambiente e da ação dos seres vivos, impedindo a sua destruição. Por esse motivo, existem mais fósseis de organismos de ambientes aquáticos e de águas calmas.
A fossilização é facilitada pela decomposição sobre o ser de material fino e impermeável, enquanto um material grosseiro e permeável a dificulta, uma vez que as águas de circulação destroem e decompõem a matéria orgânica.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
O que é um fóssil ?
O que é um Fóssil ?
Fóssil - é um resto marca ou vestígio de um ser vivo que ficou preservado na rocha.
PALEONTOLOGIA
antigo ser estudo
A Paleontologia é a ciência que estuda os fósseis. E neste existem dois tipos basicos de
fósseis:
Somatofósseis - que são restos do corpo do ser vivo.
Ex.: dentes, ossos, folhas...
Icnofósseis - que são vestígios das actividades que o ser vivo fez .
Ex.: ovos, pegadas...
Condições da Terra para haver vida
Condições da Terra para Haver Vida
- Distancia ideal
- Água em estado liquido
- Camada de Ozono ( protectora dos raios ultravioleta)
- Temperatura ideal ( 22ºC em media )
- Alimento disponivel
- Atmosfera rica em oxigénio
sábado, 29 de outubro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Construindo Terra
Construindo
a Terra
Quando tudo se formou,
depois do Big Bang e quando o nosso planeta era só uma bola gigantesca a ferver
e em lava, foi só o início de montes de peripécias.
O Sol começou a “atrair” os
planetas, o que fez com que começassem a movimentar-se à volta dele. Ao
movimentarem-se, o planeta Teia acabou por chocar com a Terra e, ao dar-se esse
choque, a Terra “engoliu” a maior parte da Teia, o que tornou a Terra maior.
Depois disso, a Terra libertou uns pedaços que se juntaram formando a Lua.
O Sol, ao princípio, formou cerca de
100 planetas. Uns afastaram-se muito saindo do sistema solar, outros acabaram
por chocar uns com os outros e despedaçaram-se, formando meteoritos.
A Terra, ao arrefecer, formou uma
espécie de crosta, mas houve chuvas de meteoritos que foram contra a Crosta
Terrestre, o que ajudou a formar os vulcões. Cada um dos meteoritos tinha pouca
água, mas foram tantos que juntamente com a água do nosso planeta formaram os
oceanos. A Lua é quem controla as marés, fazendo muitas tempestades marítimas,
mas a rotação da Terra também fez tempestades.Com o tempo, a Lua foi-se
afastando, acalmando as marés. Debaixo da água havia “ilhas” e, com o tempo,
essas “ilhas” formaram vulcões.
Com as chuvas de meteoritos, os
oceanos ficaram com muitas proteínas. No fundo dos oceanos, as Fumarolas Negras
alimentavam as bactérias unicelulares. No fundo dos oceanos, havia também umas
estruturas com bactérias. Essas bactérias libertavam oxigénio, transformando a
atmosfera e evoluindo assim para a atual.
O núcleo da Terra tem uma força e
essa força começou a formar os continentes. Havia alguma coisa nas profundezas
da Terra que começou a abrir crostas. Essa separação originou vulcões e estes
começaram a libertar gases.
Passado muito tempo, a temperatura à
face da Terra desce para -50 graus centígrados e a Terra tornou-se numa espécie
de bola de gelo. Só depois de passar muito, mas mesmo muito tempo, é que os
vulcões começaram a abrir a bola de gelo, aquecendo o planeta. Ao derreter o
gelo, forma-se outra vez a crosta.
Com os vulcões a libertar gases, a
atmosfera transforma-se em atmosfera primitiva.
Só
depois de passarem muitos anos é que a água começou a ter oxigénio, graças às
bactérias. Essas bactérias começaram a reproduzir-se, mas algumas tinham
diferenças. No entanto, só depois de passarem milhões de anos é que, com a
evolução, se formaram os primeiros animais invertebrados e vertebrados. Durante
muitos anos só a água tinha vida. Para haver vida fora de água era preciso uma
camada de ozono, mas só depois de muito tempo é que o Sol formou essa camada de
ozono. Passados milhões de anos, com a evolução começaram a existir plantas fora
de água. Depois das plantas, o primeiro animal aquático a sair da água era uma
espécie de peixe esquisito vertebrado. É desta criatura que, na evolução, vão
sair todos os animais vertebrados (aéreos, terrestres e aquáticos).
A
primeira semente foi levada pelo vento, ficando longe da água, mas esta tem o
seu próprio alimento e água. Esta semente é a primeira que pode viver durante
anos, com o tempo formou novas plantas e estas libertaram mais oxigénio.
Graças
à evolução, existem animais que já podem viver fora de água. Agora os animais
já não necessitam tanto de estar ao pé da água. Com a evolução surge um réptil
e, passado algum tempo, transforma-se em répteis gigantes, mas ainda não são os
dinossauros.
A
Terra começou a entrar em erupção, quase deixando de haver vida, a chamada extinção.
Não há sinal de vida em terra, mas nos oceanos existem umas algas cor-de-rosa
que soltam metano, elevando esse gás a temperatura. Pouquíssimas espécies
sobreviveram, alimentando-se de qualquer coisa, mas de resto está quase tudo
morto.
Passados
milhões de anos as temperaturas estabilizam, a chuva ácida está a ser
neutralizada e a vegetação está a crescer novamente. Depois começa a nascer
outra espécie, os dinossauros, que só existiram com a evolução dos poucos
répteis que sobreviveram.
Passados
milhões de anos os continentes separam-se, formando abismos que, com as
correntes, sugam os nutrientes, atraindo milhões de peixes. Esses peixes e
plantas, com a morte, entram em decomposição formando petróleo. Os continentes
estão novamente a separar-se, formando o Oceano Atlântico, e no meio do oceano
nascem vulcões e montanhas.
Os
dinossauros, ao evoluírem, transformam-se em novos dinossauros, aquáticos,
aéreos e terrestres.
Passado
muito tempo, um asteroide enorme ao aterrar na Terra destruiu tudo o que estava
no seu caminho. Este asteroide extinguiu os dinossauros. Minutos depois a Terra
é atacada por tempestades de pedras, terremotos e tsunamis.
Os
dinossauros extinguiram-se, mas ainda há mais uma espécie, os mamíferos. Com a
evolução, só passados 47 milhões de anos aparece talvez o primeiro primata.
Os
continentes estão outra vez a movimentarem-se e a Índia está a ir em direção à
Ásia. As duas, ao juntarem-se, começam a formar a Cordilheira do Himalaia, onde
está a maior montanha de todas, o Monte Everest. Esta vai alimentar grandes
rios, para quase metade da população nacional.
Uma
fenda enorme abre-se em África e África transforma-se em savana. Uma espécie
teve que sair do seu habitat e passar a andar em bípedes, transformando-se em
Australopitecos. Ao evoluírem, passados milhões de anos, distribuíram-se pela
Índia, Ásia e Europa. O clima mudou novamente e esta espécie evoluiu ainda mais
até chegar ao Homo Sapiens Sapiens, que conseguiu deslocar-se para a América.
Passou
o tempo até chegarmos à atualidade.
Conclusão:
Passados 4600 milhões de anos toda a História da nossa Terra acabámos de
descobrir. A Terra pode ter passado por muitas peripécias, desde a sua formação
à vida, e da vida para a atualidade, mas isto não é o final, ainda há muito a
acontecer, do qual ainda não temos certezas.
Bibliografia: Documentário
“ Construindo o Planeta Terra ”
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Aparecimento da vida na Terra:
O sol, quando começou a formar-se, soltou muitos pedaços e um desses pedaços deu origem à Terra.
A Terra formou-se há cerca de 4600 milhões de anos.
Inicialmente a Terra estava em "ebulição" ( ato de ferver).
Durante os primeiros milhões de anos a Terra esteve a arrefecer, originando a Crosta.
O sol, quando começou a formar-se, soltou muitos pedaços e um desses pedaços deu origem à Terra.
A Terra formou-se há cerca de 4600 milhões de anos.
Inicialmente a Terra estava em "ebulição" ( ato de ferver).
Durante os primeiros milhões de anos a Terra esteve a arrefecer, originando a Crosta.
Esta Crosta era muito frágil e facilmente abriam-se grandes fissuras, formando vulcões. Estes começaram a libertar gases (vapor de água, vapor de enxofre,azoto e dióxido de carbono) e esses gases formaram a atmosfera primitiva, criando grandes tempestades.
Com as tempestades formaram-se as primeiras poças, desgastando as rochas e como os raios acertavam na água formavam proteínas. Estas proteínas juntaram-se formando a cianobactéria.
A cianobactéria alimentava-se dos gases da atmosfera primitiva e libertava oxigênio. É graças a esta bactéria que a atmosfera atual é rica em oxigênio. Esta bactéria começou a reproduzir-se, mas algumas das reproduções tiveram características diferentes o que originou as plantas e os animais.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
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