segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Correção do Teste de Ciências

                                                      Correção do Teste de Ciências:


8.1

icnofóssil: pegadas

14.
A- V

B- F, o Manto inicia-se a 30 km depois da Crosta e estendendo-se até cerca de 2900 km de profundidade.

C- F, a Atenosfera estende-se desde o fim da Litosfera até uma profundidade que ainda não está perfeitamente definida.

D-F, a Mesosfera situa-se no Manto Inferior

E-F, o Núcleo é formado essencialmente por Ferro e Níquel e é constituído por materiais muito densos.



17. Marca a profundidade da Terra de 33 em 33 km ou seja, em 33 km a 33 km corresponde a 1 Grau Geotérmico.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Tabela da Estrutura Terrestre


Profundidades do Modelo Atual

Profundidades:

Litosfera- dos 0 aos 100 km

Astenosfera- dos 100 aos 350 km e para outros dos 150 aos 300-350 km

Mesosfera- da Astenosfera até ao fim do Manto Inferior: 350 aos 2900 km

Endosfera- dos 2900 aos 6371 km

Caraterísticas do Novo Modelo da Terra (continuação)




                          Caraterísticas do Novo Modelo da Terra (continuação)


A  Crosta Oceânica é essencialmente constituída por basalto.

A Crosta Terrestre é essencialmente constituída por granito.
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            Basalto                                                                      Granito            

Carateristicas do Novo Modelo

Profundidades das camadas:

Crosta oceânica-  O aos 12 km

Crosta Continental- 0 aos 70 km

Manto Superior- 30 aos 700 km

Manto Inferior- 700 aos 2900 km

Núcleo Externo- 2900 aos 5150 km

Núcleo Interno- 5150 aos 6371 km


Estado Físico dos Materiais:

Crosta oceânica- solida

Crosta Continental- solida

Manto Superior- "pastoso" (entre o solido e liquido)

Manto Inferior- solido

Núcleo Externo- liquido

Núcleo Interno- solido








Constituição das Camadas


sábado, 26 de novembro de 2016

Carateristicas das Camadas

                                                     Profundidade das Camadas


Crosta: 0 aos 30 km

Manto: 30 aos 2900 km

Núcleo: 2900 aos 6371

                                     
                                                      Temperatura das Camadas


Crosta: 22 - 900 ºC

Manto: 900 - 4000 ºC

Núcleo: 4000 - 5000 ºC


                                                            Constituição das Camadas

Crosta: é rochosa e é essencialmente constituída por materiais alumínio-silicatados.

Manto: é formado á base de materiais silicatados.

Núcleo: formado por materiais muito densos, essencialmente Níquel e Ferro.







Antigo Modelo


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   Antigo Modelo



O Antigo Modelo da estrutura da Terra divide-a em 3 camadas concêntricas (com o mesmo centro):
Crosta Manto e Núcleo.

Principio das Causas Atuais

                                                       
                                             Principio das Causas Atuais 


 
   A partir dos seres vivos atuais podem-se  extrapolar as suas características para os organismos fósseis similares, como por exemplo, o modo de vida, o tipo de de alimentação, o tipo de locomoção, a reprodução, ect.

   As interações dos seres vivos atuais, entre si e  no meio ambiente  são a chave para a interpretação  dos requezitos ecológicos  e das  relações dos seres vivos no passado. Assim parte-se do principio  que as exigências ambientais  de organismos fósseis foram as mesmas que as dos organismos atuais que  lhes são simibres, podendo-se desta forma extrapolar a Paleontologia da altura em que viveram esses organismos fósseis.

Principio da Continuidade














                                                      


                                            Principio da Continuidade

Ao encontrarmos em zonas distantes ou em zonas adjacentes as mesmas camadas litológicas com o mesmo conteúdo fossilífero, pode-se dizer que as camadas  têm a mesma idade, aplicando-se o Principio da Continuidade estratigráfica.





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Principio de Sobreposição

                                                    Principio de Sobreposição


Diz que a camada que está por baixo é mais antiga que a camada que está por cima, desde que não tenha havido nenhuma deformação  terrestre (dobras e falhas).



                                     

Fósseis importantes para a Ciência





                                                 Fósseis Importantes para a Ciência


Fósseis de Idade- possuem como caraterísticas a ampla distribuição geográfica e a pequena longevidade, isto é, são constituídos por formas que tiveram período de grande expansão geográfica mas experimentaram evolução biológica rápida, de modo que apenas se encontram em pequena espessura de sedimentos e faltam totalmente nos que se lhes sobrepõem e nos que lhes estão subjacentes.


Fósseis de Fácies- estes são os que fornecem indicações, quer quanto ao meio em que viveram as formas vivas de que derivaram, quer quanto às condições de formação dos terrenos que os contêm.


Exemplo de um fóssil de idade e de fácies: Trilobite




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Processos de fossilização

                                                  Processos de Fossilização
                  

Mineralização - Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades existentes em ossos e troncos . É assim que se forma a madeira petrificada.

Carbonização ou Incarbonização- Ocorre quando á perda de substâncias volatéis  restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.


Incrustação- Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta, revestindo- o, como por exemplo acontece em animais que morreram no interior de cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.


Moldagem- Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. ( Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contramolde ).


Marca ou impressão- Ocorre a conservação de vestígios dos seres vivos, como pegadas, marcas de folhas etc.


Mumificação- Ocorre quando o ser vivo fica aprisionado em âmbar ou em gelo.É o mais raro de todos os processos de fossilização, mas devido ao âmbar ( resina ) e ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando- nos informações precisas á cerca do ser vivo. O ser vivo neste tipo de fossilização fica conservado ( conservação ), apresenta apenas alterações mínimas na sua composição. 


Recristalização- Ocorre quando se dá um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.







Processo geral de fossilização

                                                 Processo geral de fossilização 



1º- O ser vivo é feliz.

2º- Morre e é enterrado de imediato. É posto ao abrigo do ar e dos agentes decompositores.

3º- Gradualmente ao longo dos milhões de anos o material do ser vivo é substituído pela rocha.

4º- Passado milhões de anos aparece á superfície, por erosão, por dobras e falhas.

5º- Volta á superfície e é descoberto.





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Condições para ocorrer fossilização

                                                 
                                                       Condições para ocorrer fossilização



A somatofósseis e icnofósseisformam-se na sequência de diversos processos de fossilização.
Ao conjunto desses processos biológicos e físico-químicos até chegar ao fóssil dá-se o nome de fossilização.
Este processo lento e complexo têm de ter algumas condições, tanto do meio como do ser vivo envolvido.


Meio- física-químicas

Ser vivo- biológica




Condições Biológicas:

As partes moles de um determinado organismo, do ser vivo, raramente se conservam, permanecendo as partes duras. Pode-se concluir que a fossilização se torna mais fácil quanto mais rico em substâncias minerais tiver o organismo.

Condições Física-Químicas:

Quanto ás condições do meio, após a morte do organismo, é necessário, que sobre ele se forme, rapidamente um depósito  (terra e/ou areia) que,  abrigando-o do ambiente e da ação dos seres vivos, impedindo a sua destruição. Por esse motivo, existem mais fósseis de organismos de ambientes aquáticos e de águas calmas.

A fossilização é facilitada pela decomposição sobre o ser de material fino e impermeável, enquanto um material grosseiro e permeável a dificulta, uma vez que as águas de circulação destroem e decompõem a matéria orgânica.









terça-feira, 22 de novembro de 2016

O que é um fóssil ?

                                                         O que é um Fóssil ?



Fóssil - é um resto marca ou vestígio  de um ser vivo que ficou preservado na rocha.


            
                                                    PALEONTOLOGIA
                                                  antigo     ser      estudo

           A Paleontologia é a ciência que estuda os fósseis. E neste existem dois tipos basicos de
 fósseis:

Somatofósseis - que são restos do corpo do ser vivo.

Ex.: dentes, ossos, folhas...    

Icnofósseis -  que são vestígios das actividades que o ser vivo fez .

Ex.: ovos, pegadas...                         

Condições da Terra para haver vida

                                            Condições da Terra para Haver Vida


  • Distancia ideal
  • Água em estado liquido
  • Camada de Ozono ( protectora dos raios ultravioleta)
  • Temperatura ideal ( 22ºC em media )
  • Alimento disponivel
  • Atmosfera rica em oxigénio 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Construindo Terra

Construindo a Terra

         Quando tudo se formou, depois do Big Bang e quando o nosso planeta era só uma bola gigantesca a ferver e em lava, foi só o início de montes de peripécias.
            O Sol começou a “atrair” os planetas, o que fez com que começassem a movimentar-se à volta dele. Ao movimentarem-se, o planeta Teia acabou por chocar com a Terra e, ao dar-se esse choque, a Terra “engoliu” a maior parte da Teia, o que tornou a Terra maior. Depois disso, a Terra libertou uns pedaços que se juntaram formando a Lua.
            O Sol, ao princípio, formou cerca de 100 planetas. Uns afastaram-se muito saindo do sistema solar, outros acabaram por chocar uns com os outros e despedaçaram-se, formando meteoritos.
            A Terra, ao arrefecer, formou uma espécie de crosta, mas houve chuvas de meteoritos que foram contra a Crosta Terrestre, o que ajudou a formar os vulcões. Cada um dos meteoritos tinha pouca água, mas foram tantos que juntamente com a água do nosso planeta formaram os oceanos. A Lua é quem controla as marés, fazendo muitas tempestades marítimas, mas a rotação da Terra também fez tempestades.Com o tempo, a Lua foi-se afastando, acalmando as marés. Debaixo da água havia “ilhas” e, com o tempo, essas “ilhas” formaram vulcões.
            Com as chuvas de meteoritos, os oceanos ficaram com muitas proteínas. No fundo dos oceanos, as Fumarolas Negras alimentavam as bactérias unicelulares. No fundo dos oceanos, havia também umas estruturas com bactérias. Essas bactérias libertavam oxigénio, transformando a atmosfera e evoluindo assim para a atual.
            O núcleo da Terra tem uma força e essa força começou a formar os continentes. Havia alguma coisa nas profundezas da Terra que começou a abrir crostas. Essa separação originou vulcões e estes começaram a libertar gases.
            Passado muito tempo, a temperatura à face da Terra desce para -50 graus centígrados e a Terra tornou-se numa espécie de bola de gelo. Só depois de passar muito, mas mesmo muito tempo, é que os vulcões começaram a abrir a bola de gelo, aquecendo o planeta. Ao derreter o gelo, forma-se outra vez a crosta.
            Com os vulcões a libertar gases, a atmosfera transforma-se em atmosfera primitiva.
Só depois de passarem muitos anos é que a água começou a ter oxigénio, graças às bactérias. Essas bactérias começaram a reproduzir-se, mas algumas tinham diferenças. No entanto, só depois de passarem milhões de anos é que, com a evolução, se formaram os primeiros animais invertebrados e vertebrados. Durante muitos anos só a água tinha vida. Para haver vida fora de água era preciso uma camada de ozono, mas só depois de muito tempo é que o Sol formou essa camada de ozono. Passados milhões de anos, com a evolução começaram a existir plantas fora de água. Depois das plantas, o primeiro animal aquático a sair da água era uma espécie de peixe esquisito vertebrado. É desta criatura que, na evolução, vão sair todos os animais vertebrados (aéreos, terrestres e aquáticos).
A primeira semente foi levada pelo vento, ficando longe da água, mas esta tem o seu próprio alimento e água. Esta semente é a primeira que pode viver durante anos, com o tempo formou novas plantas e estas libertaram mais oxigénio.
Graças à evolução, existem animais que já podem viver fora de água. Agora os animais já não necessitam tanto de estar ao pé da água. Com a evolução surge um réptil e, passado algum tempo, transforma-se em répteis gigantes, mas ainda não são os dinossauros.
A Terra começou a entrar em erupção, quase deixando de haver vida, a chamada extinção. Não há sinal de vida em terra, mas nos oceanos existem umas algas cor-de-rosa que soltam metano, elevando esse gás a temperatura. Pouquíssimas espécies sobreviveram, alimentando-se de qualquer coisa, mas de resto está quase tudo morto.
Passados milhões de anos as temperaturas estabilizam, a chuva ácida está a ser neutralizada e a vegetação está a crescer novamente. Depois começa a nascer outra espécie, os dinossauros, que só existiram com a evolução dos poucos répteis que sobreviveram.
Passados milhões de anos os continentes separam-se, formando abismos que, com as correntes, sugam os nutrientes, atraindo milhões de peixes. Esses peixes e plantas, com a morte, entram em decomposição formando petróleo. Os continentes estão novamente a separar-se, formando o Oceano Atlântico, e no meio do oceano nascem vulcões e montanhas.
Os dinossauros, ao evoluírem, transformam-se em novos dinossauros, aquáticos, aéreos e terrestres.
Passado muito tempo, um asteroide enorme ao aterrar na Terra destruiu tudo o que estava no seu caminho. Este asteroide extinguiu os dinossauros. Minutos depois a Terra é atacada por tempestades de pedras, terremotos e tsunamis.
Os dinossauros extinguiram-se, mas ainda há mais uma espécie, os mamíferos. Com a evolução, só passados 47 milhões de anos aparece talvez o primeiro primata.
Os continentes estão outra vez a movimentarem-se e a Índia está a ir em direção à Ásia. As duas, ao juntarem-se, começam a formar a Cordilheira do Himalaia, onde está a maior montanha de todas, o Monte Everest. Esta vai alimentar grandes rios, para quase metade da população nacional.
Uma fenda enorme abre-se em África e África transforma-se em savana. Uma espécie teve que sair do seu habitat e passar a andar em bípedes, transformando-se em Australopitecos. Ao evoluírem, passados milhões de anos, distribuíram-se pela Índia, Ásia e Europa. O clima mudou novamente e esta espécie evoluiu ainda mais até chegar ao Homo Sapiens Sapiens, que conseguiu deslocar-se para a América.
Passou o tempo até chegarmos à atualidade.

Conclusão: Passados 4600 milhões de anos toda a História da nossa Terra acabámos de descobrir. A Terra pode ter passado por muitas peripécias, desde a sua formação à vida, e da vida para a atualidade, mas isto não é o final, ainda há muito a acontecer, do qual ainda não temos certezas.


Bibliografia: Documentário “ Construindo o Planeta Terra ”

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

                                                 Aparecimento da vida na Terra:




       O sol, quando começou a formar-se, soltou muitos pedaços e um desses pedaços deu origem à Terra.

       A Terra formou-se há cerca de 4600 milhões de anos.

       Inicialmente a Terra estava em "ebulição" ( ato de ferver).
       
       Durante os primeiros milhões de anos a Terra esteve a arrefecer, originando a Crosta.

       
     Esta Crosta era muito frágil e facilmente abriam-se grandes fissuras, formando vulcões. Estes começaram a libertar gases (vapor de água, vapor de enxofre,azoto e dióxido de carbono) e esses gases formaram a atmosfera primitiva, criando grandes tempestades.

     Com as tempestades formaram-se as primeiras poças, desgastando as rochas e como os raios acertavam na água formavam proteínas. Estas proteínas juntaram-se formando a cianobactéria.

        A cianobactéria alimentava-se dos gases da atmosfera primitiva e libertava oxigênio. É graças a esta bactéria que a atmosfera atual é rica em oxigênio. Esta bactéria começou a reproduzir-se, mas algumas das reproduções tiveram características diferentes o que originou as plantas e os animais.


        

              

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Hoje vou falar-vos do início do Universo :


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  • Pensa-se que, o Universo, começou por ser uma pequena bola que explodiu dando o nome de Big Bang.






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  • Graças ao Big Bang espalhou-se o Hélio e o Hidrogênio.
  • O Hélio e o Hidrogênio e mais algumas substâncias formam estrelas.
  • A luz destas estrelas é graças a explosões nucleares.



Como é o meu blog

Olá, aqui podes aprender algumas coisas sobre Ciências Naturais.